Como comunicar com o seu gato  Inserido Tuesday 22 July 2008 22:17

Estudo revela que os gatos desenvolveram um sistema de comunicação elaborado, com centenas de vocalizações diferentes para comunicar aos humanos o que pretendem.

Os gatos também podem aprender a entender o que queremos se repetirmos sempre as palavras e acções de modo consistente. Desta maneira, poderemos comunicar com os gatos um diálogo que, apesar de exigir tempo e esforço, é gratificante para ambos.

passos:

 1. Lembre-se que o som não é o modo preferido de comunicação de seu gato. A língua nativa dos gatos é um sistema complexo de expressão corporal, cheiros, expressões faciais e toque, enquanto nós humanos usamos primariamente o som. Os gatos rapidamente percebem que não entendemos os sinais não-verbais que eles usam uns com os outros, e vocalizam numa tentativa de comunicar na nossa língua. Ao observar qual reação cada som causa em nós, o gato está sempre aprendendo a fazer pedidos (ou exigências)

2. Escute seu gato. Se observar o que está fazendo enquanto mia, poderá aprender a associar a forma de miar e o aquilo que o seu gato pretende. Cada gato é diferente e pode ter suas variações, mas algumass formas de miar comuns incluem:

          * Miado curto - cumprimento.
          * Miados múltiplos - cumprimento excitado.
          * Miado em tom médio - pedido por algo.
          * Ronronado puxado - um pedido por algo.
          * Ronronado grave - uma reclamação.
          * Ronronado agudo - raiva ou dor.
          * Murmúrio (movimentos rápidos de mandíbula, "falando" entre os dentes) - excitação ou frustração (como quando uma presa está fora de alcance ou escapa).
          * Trinado (um cruzamento entre um miado e um ronronado com uma inflexão ascendente) - cumprimento amigável.
          * Ronronado suave - convite para contato ou atenção.

3. Observe seu gato. Por serem mais fluentes com linguagem corporal, certos gestos vão acompanhar a vocalização para reforçar a mensagem.

          * Cauda para cima - feliz
          * Cauda balançando - excitado ou ansioso
          * Olhos piscando - afecto.             
          * Orelhas para trás - alarmado
          * Passar a cabeça, flanco e cauda em uma pessoa ou animal - ritual de saudação
          * Bater a cabeça - amizade, afeto
          * Cheirar o rosto - confirmando identidade
          * Orelhas para trás e deitadas - medo e ansiedade


4. Converse com ele.

          * Use um tom de voz ligeiramente mais alto para indicar amizade e um tom mais grave para indicar descontentamento ou agressividade.
          * Repita sempre a mesma palavra (por exemplo 'dormir' ou 'cama'), a cada vez que for dormir, e eventualmente o gato vai associá-la com suas acções.
          * Se piscar os olhos devagar enquanto estabelece contato visual com oseu gato, ele vai normalmente responder aproximando-se para seracariciado, pois as piscadas são muito amistosas.

   5. Seja consistente. Por exemplo, os gatos normalmente pedem antes de entrar no espaço pessoal do outro, e um erro comum dos donos é dizer "não" mas assim mesmo acariciar o gato. Isto confunde o animal. Faça um não rápido e afaste o gato com firmeza, sem mostrar afecto, e é suficiente. A maioria dos gatos tenta duas ou três vezes invadir o espaço de alguém, frequentemente de direções diferentes. Tenha paciência ao dizer "não".
          * Se eles fizerem algo que não aprova, borrife um pouco de água. Os gatos e a água raramente vão à bola juntos.
          * Se não gostar da idéia de borrifar água no gato, desenvolva um "tom de voz de comando" para usar com seu gato quando ele estiver fazendo algo de errado. Use uma voz natural, fácil de repetir, mas que se distingua da sua voz normal. Se usar esta voz de comando seriamente e só quando necessário, o gato vai aprender a reconhecer quando está fazendo algo que lhe desagrada.
          * Outro "não" fácil de fazer que todos os gatos reconhecem é um chiado rápido e agudo como o que é feito por eles mesmos quando dizem 'não'.

Esta lista não é, de modo algum, uma descrição exaustiva de gestos e vocalizações dos gatos, e pode não se aplicar a seu bichano. O sistema de comunicação felino é surpreendentemente complexo e se extende além do âmbito deste artigo.

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Gatos falantes  Inserido Tuesday 22 July 2008 22:13

Certamente já ouviu a expessão "ao meu gato só lhe falta falar". Pois alguns falam. Ou falam os donos por eles. Seja como for, quem se importa realmente com isso se o que se pretende é apenas dar umas gargalhadas?

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Esquema de vacinação e vermifugação de gatos  Inserido Tuesday 22 July 2008 22:02

Idade
Vacina
Protege contra
60 dias Vacina Quádrupla ou Quíntupla

Rinotraqueíte,calicivirose,Panleucopenia e   clamidiose (p/ quíntupla acrescenta-se leucemia)

90 dias Vacina Quádrupla ou Quíntupla

Rinotraqueíte,calicivirose,Panleucopenia e  clamidiose (p/ quíntupla acrescenta-se leucemia)

120 dias Vacina Quádrupla ou Quíntupla

Rinotraqueíte,calicivirose,Panleucopenia e  clamidiose (p/ quíntupla acrescenta-se leucemia)

150 dias Anti-rábica. Obs: esta vacina pode ser aplicada juntamente com a terceira dose da quádrupla ou quíntupla felina.

Raiva

Adultos 1 dose da vacina quádrupla ou quíntupla e 1 dose de anti-rábica (deverá ser aplicada uma vez por ano, todos os anos).

Rinotraqueíte,calicivirose,Panleucopenia,  clamidiose e raiva (p/ quíntupla acrescenta-se leucemia)

 

Antes de vacinar com a Quíntupla felina, é importante realizar um teste sorológico para leucemia felina para ter certeza de que o animal não está infectado.

 

Vermifugação
Idade
Esquema de vermifugação
Filhotes (25d e 40d) Durante a amamentação e o desmame se for constatada a presença de parasitas.
Adultos

A cada 4 ou 6 meses ou de acordo com orientação veterinária

Fêmeas e Gestantes Antes do acasalamento e 10 dias depois do parto
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Teste- O seu gato é um einstein?  Inserido Tuesday 22 July 2008 10:57

1. Tem sede e a agua da tigela dele não está fresca
a) Bebe as gotas de agua que pingam da torneira
b) Espera sentado ao lado
c) Não faz nada

2. A bola com que ele está a brincar rola e desaparece debaixo do sofá.
a) Tenta recupera-la com a pata, mas desiste
b) Calcula a distâancia, dá a volta ao sofá e recupera-a do outro lado
c) Mia para que alguém o ajude

3. Chega a casa carregado de sacos das compras
a) Cheira-os sem grande interesse
b) Continua a dormir
c) Acompanha-o a desembrulhar e cheira tudo

4. Quando ele o vê a comer
a) Dorme
b) Esfrega-se nas suas pernas ou mia a pedir comida
c) Salta para cima da mesa e tentar comer

5. Para que lhe abram a porta
a) Arranha-a obstinadamente
b) Mia sem descanso
c) Abre-a saltando sobre a maçaneta
d) Senta-se e espera

6. Se o proíbe de entrar numa divisão da casa fechando a porta, mas um dia ele apanha a porta aberta
a) Entra sem vacilar
b) Fica na o ombreira da porta a olhar para todos os lados e entra às escondidas
c) Não faz nada

7. As relações dele com o locais onde existe comida (frigorifico) são
a) Normais: olha quando a porta está aberta
b) Apaixonadas: teve que inventar o sistema para o impedir de lá chegar
c) Indiferente: a ração está noutro sitio

RESULTADOS
1. A=3, B=2, C=1
2. A=2, B=3, C=1
3. A=2, B=1, C=3
4. A=1, B=2, C=3
5. A=3, B=2, C=4, D=1
6. A=2, B=3, C=1
7. A=2, B=3, C=1

PONTUAÇÃO
Entre 0 e 10 pontos: à partida, ele não vai inventar a pólvora, mas certamente sabe o que faz.
Entre 10 e 20 pontos: tem boa disposição e, se se interessar um pouco mais por ele, pode tornar-se mais esperto.
Entre 20 e 30 pontos: é um sobredotado. Estudou as astucias que tornam a vida mais fácil e integrou-se bem no mundo dos humanos.

                                                       
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Gatos e a pintura  Inserido Tuesday 22 July 2008 10:49

Na Antiguidade, da Pérsia à Índia, bem como na China, os pequenos e grandes felinos eram frequentemente pintados ou esculpidos como imagens de poder e liderança.

No oriente, a arte embora muito estilizada, tornou-se na verdade o espelho mais fiel da verdadeira natureza do gato. No Japão, o gato foi presença duradoura em pinturas sobre pergaminho, em louças, bronzes e marfins.

No Egipto, país onde era adorado na forma da deusa Bastet, imagens de gatos a caçar, pescar, a amamentar e a brincar com crianças eram muito abundantes.

Entretanto, estas imagens são raras na arte grega e romana, que preferia retratar o leão e o tigre, felinos maiores e mais poderosos, embora o gato apareça por diversas vezes na mitologia destes povos, ligado às deusas Afrodite e Artemis, e figure em alguns vasos e painéis que retratam a vida quotidiana.

No Ocidente, devido à influência e à hostilidade da Igreja, que associava este animal às velhas religiões pagãs, a presença do gato na arte é rara, surgindo apenas como símbolo de traição, sexualidade ou malevolência. Surgiu até mesmo uma tradição artística de retratar um gato aos pés de Judas nos quadros que representavam a Santa Ceia. E em muitos quadros anteriores ao século XVIII os demónios tinham formas felinas.

O grande mestre da pintura fantástica, Hieronymus Bosch, pintou gatos demoníacos em vários quadros, incluindo o famosíssimo "As Tentações de Santo António". Os gatos raramente aparecem em quadros naturalistas antes deste século, mas Leonardo da Vinci parece ter achado fascinante a sua anatomia. Alguns dos seus desenhos são tão vigorosos como fotografias, retratando gatos ao dormir ou em actividade.

No século XVIII, o artista inglês William Hogarth executou uma série de quadros intitulados "As Fases da Crueldade", retratando actos cruéis praticados com os gatos, o que sugere que o animal já era visto então não como perpetrador do mal, mas como sua vítima.

Conforme os artistas europeus se afastavam dos velhos temas religiosos, históricos e mitológicos, e se voltavam para a ilustração de temas do dia a dia, os gatos começaram a surgir em cenas domésticas.

Também nos Estados Unidos os retratistas eram bastante populares, e em muitos destes quadros de família os gatos eram retratados, em cenas domésticas que primavam pela beleza e harmonia.

No século XIX, diversos artistas estudaram e retrataram o comportamento dos gatos, como Gottfried Mind e Théophile Steilen, artista suíço cuja casa era chamada "Cat's House" por causa do grande número deles, e que executou milhares de desenhos captando com brilhantismo seu comportamento.

Outros tantos serviram-se deles para expressar a vivaz sensualidade de seus modelos, como Edouard Manet, que retratou um gato aos pés da musa em "Olympia", um toque subtil de sensualidade bastante utilizado na arte japonesa ao retratar gueixas.

Também Auguste Renoir apreciava os felinos, que representou brincalhões e fogosos, tal como as mulheres Não sendo mais associado ao paganismo e ao mal, o gato tornou-se um símbolo moderno de beleza e civilização.

No século XX, a evolução do realismo deu origem a uma sucessão rápida de estilos, e a popularidade do gato como modelo para pintar e desenhar não se desvaneceu. Artistas de diversas tendências, do expressionismo à pop art, sentiram-se atraídos pela beleza natural e a presença singular do gato.

A reprodução em massa da arte assegurou ao gato no século XX a celebridade no mundo inteiro. A tradição de viver em companhia felina atraiu muitos artistas: Gwen John, Tsuguharu Fujita, Leonora Carrington, Andy Warhol, Franz Marc, Joan Miró, Marc Chagall e Pablo Picasso.

O pintor suíço Paul Klee adorava felinos e pintou-os em cenas bastante imaginativas. Já o grande mestre Pablo Picasso preferia retratar o gato caçador, um gato "como aqueles que atravessam a rua e não têm nada em comum com os animais domésticos; possuem pêlos hirsutos e correm como diabos".

                                                 

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